Aconteceu na última sexta-feira, 18.03, no Centro Esportivo Teresa D'avila no Colégio Antônio Araripe a apresentação da Via-Sacra, fazendo memória os passos da Paixão de Cristo, sendo apresentado pelos educandos das turmas do 9.º ano "C" e "D". O momento foi vivenciado pelos educandos e educadores do Ensino Fundamental I e II do turno tarde do Colégio. Os educadores do ensino religioso se envolveram com a dinâmica da peça teatral desde os ensaios até o momento da apresentação.
Nossa vida, nas mãos de Deus, renova-se a cada instante. (cf. Sl 103)
sábado, 19 de março de 2016
quarta-feira, 9 de março de 2016
EDUCANDOS DO CAA PREPARAM A ENCENAÇÃO DA PAIXÃO DE CRISTO
Os educandos das turmas do 9.º ano "B" e "D" do Colégio Antônio Araripe, preparam com muita alegria e dinamismo os passos da Paixão de Cristo. A encenação está marcada para o próximo dia, 18.03, no Centro Esportivo Teresa D'avila com participação dos demais educandos, educadores e funcionários do colégio. Os ensaios já estão acontecendo no espaço de lazer da escola com acompanhamento dos educadores do ensino religioso. Os passos da paixão de Cristo é uma memória viva para que todos possam viver e sentir não o sofrimento de Jesus, mas saber que tudo isso que o mesmo passou foi para nos salvar. Com esse espírito de Deus, vamos viver com muita fé e devoção os caminhos de Jesus ao calvário para a nossa ressurreição.
sábado, 5 de março de 2016
CAA CELEBRA COM ALEGRIA E GRATIDÃO A DEUS PELA FUNDAÇÃO DA CONGREGAÇÃO DAS FILHAS DE SANTA TERESA DE JESUS
O Colégio Antônio Araripe celebrou com fé e gratidão a Deus pela fundação da Congregação das filhas de Santa Teresa de Jesus. O encontro oracional aconteceu na última sexta-feira, 04.03, no Centro Esportivo Teresa D'avila com participação de todos os educandos, educadores, funcionários e as irmãs da congregação. A oração foi motivada pelos educadores do Ensino Religioso e refletida pela encenação do evangelho de Mc 12, 28-34. A diretora do colégio Ir. Olindina fez uma memória da caminhada da congregação a partir de seus fundadores Dom Quintino e Madre Ana Couto. Após a oração seguiu a solenidade de posse dos lideres de sala e a inauguração das novas instalações da Superação Academia. No turno da tarde a oração foi realizada pelo sistema de som do Colégio.
domingo, 21 de fevereiro de 2016
PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO PARTICIPA DA ABERTURA DA PORTA SANTA DA MISERICÓDIA EM COCOCI
A Paróquia Nossa Senhora do Rosário participou nesta manhã, 21.02, da
abertura da segunda porta Santa da Misericórdia em Cococi, distrito de
Parambú. A caravana de Tauá foi conduzida pelos padres Denilson Furtado,
Sebastião Cesar e o diácono Jobson. O momento inicial aconteceu em um
espaço aberto, conduzido pelo Bispo Diocesano, Dom Ailton Menegussi que
coordenou todo o momento oracional e a Santa Missa. Após a comunhão
iniciou os ritos para a preparação da abertura da Santa Porta da
Misericórdia. A abertura da porta e a bênção final através da asperção
da água foi movida pela renovação do batismo. Muitos fiéis e devotos da
área sul que compreende as paróquias de Tauá, Parambú e Quiterianópolis
viveram o momento que a cada cinquenta anos a igreja revive. O Papa
Francisco explica o significado da Porta Santa.
Praça São Pedro/Vaticano
Quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Com essa reflexão chegamos ao limiar do Jubileu, que está próximo.
Diante de nós está a porta, mas não somente a Porta Santa, outra: a
grande porta da Misericórdia de Deus – e essa é uma porta bela! –, que
acolhe o nosso arrependimento oferecendo a graça do seu perdão. A porta é
generosamente aberta, é preciso um pouco de coragem da nossa parte para
cruzar o limiar. Cada um de nós tem dentro de si coisas que pesam.
Todos somos pecadores! Aproveitemos esse momento que vem e cruzemos o
limiar dessa misericórdia de Deus que nunca se cansa de perdoar, nunca
se cansa de nos esperar! Ele nos olha, está sempre próximo a nós.
Coragem! Entremos por essa porta!
Do Sínodo dos Bispos, que celebramos no mês de outubro passado, todas
as famílias e toda a Igreja receberam um grande encorajamento para se
encontrarem no limiar dessa porta aberta. A Igreja foi encorajada a
abrir as suas portas para sair com o Senhor ao encontro dos filhos e
filhas em caminho, às vezes incertos, às vezes perdidos, nestes tempos
difíceis. As famílias cristãs, em particular, foram encorajadas a abrir a
porta ao Senhor que espera para entrar, levando sua benção e sua
amizade. E se a porta da misericórdia de Deus está sempre aberta, também
as portas das nossas igrejas, das nossas comunidades, das nossas
paróquias, das nossas instituições, das nossas dioceses, devem estar
abertas, para que assim todos possam sair e levar essa misericórdia de
Deus. O Jubileu significa a grande porta da misericórdia de Deus, mas
também as pequenas portas das nossas igrejas abertas para deixar o
Senhor entrar – ou tantas vezes sair o Senhor – prisioneiro das nossas
estruturas, do nosso egoísmo e de tantas coisas.
O Senhor nunca força a porta: também Ele pede permissão para entrar. O
Livro do Apocalipse diz: “Eu estou à porta e bato. Se alguém escuta a
minha voz e me abre a porta, eu virei a ele, cearei com ele e ele
comigo” (3, 20). Imaginemos o Senhor que bate à porta do nosso coração! E
na última grande visão deste Livro do Apocalipse, assim se profetiza da
Cidade de Deus: “As suas portas não se fecharão nunca durante o dia”, o
que significa para sempre, porque “não haverá mais noite” (21, 25). Há
lugares no mundo em que não se fecham as portas com chave, ainda há. Mas
há tantos onde as portas blindadas se tornaram normais. Não devemos nos
render à ideia de dever aplicar esse sistema a toda a nossa vida, à
vida da família, da cidade, da sociedade. E tão menos à vida da Igreja.
Seria terrível! Uma Igreja inospitaleira, assim como uma família fechada
em si mesma mortifica o Evangelho e seca o mundo. Nada de portas
blindadas na Igreja, nada! Tudo aberto!
A gestão simbólica das “portas” – dos limiares, das passagens, das
fronteiras – se tornou crucial. A porta deve proteger, certo, mas não
rejeitar. A porta não deve ser forçada, ao contrário, se pede permissão,
porque a hospitalidade resplandece na liberdade do acolhimento e se
escurece na prepotência da invasão. A porta se abre frequentemente para
ver se do lado de fora há alguém que espera e, talvez, não tem a
coragem, talvez nem mesmo força de bater.
Quanta gente perdeu a confiança, não tem a coragem de bater à porta
do nosso coração cristão, às portas das nossas igrejas…E estão ali, não
têm a coragem, tiramos a confiança delas: por favor, que isso nunca
aconteça. A porta diz muitas coisas da casa e também da Igreja. A gestão
da porta requer atento discernimento e, ao mesmo tempo, deve inspirar
grande confiança. Gostaria de dizer uma palavra de gratidão para todos
os guardiões das portas: dos nossos condomínios, das nossas instituições
cívicas, das próprias igrejas. Muitas vezes, a atenção e a gentileza da
portaria são capazes de oferecer uma imagem de humanidade e de
acolhimento a toda a casa, desde a entrada. Há de se aprender com estes
homens e mulheres, que são os guardiões dos lugares de encontro e de
acolhimento da cidade do homem! A todos vocês, guardiões de tantas
portas, seja das casas, seja portas das igrejas, muito obrigado! Mas
sempre com um sorriso, sempre mostrando o acolhimento daquela casa,
daquela igreja, assim o povo se sente feliz e acolhido naquele lugar.
Na verdade, sabemos bem que nós mesmos somos os guardiões e os servos
da Porta de Deus e a porta de Deus como se chama? Jesus! Ele nos
ilumina sobre todas as portas da vida, incluindo aquelas do nosso
nascimento e da nossa morte. Ele mesmo afirmou isso: “Eu sou a porta: se
alguém entra através de mim, será salvo; entrará e sairá e encontrará
pastagem” (Jo 10, 9). Jesus é a porta que nos faz entrar e sair. Porque o
rebanho de Deus é um abrigo, não é uma prisão! A casa de Deus é um
abrigo, não é uma prisão e a porta se chama Jesus! E se a porta está
fechada, dizemos: “Senhor, abre a porta!”. Jesus é a porta e nos faz
entrar e sair.
São os ladrões aqueles que procuram evitar a porta: é curioso, os
ladrões procuram sempre entrar por outro lado, pela janela, pelo teto,
mas evitam a porta, porque têm intenções más e se infiltram no rebanho
para enganar as ovelhas e tirar proveito delas. Nós devemos passar pela
porta e ouvir a voz de Jesus: se ouvimos o seu tom de voz, estamos
seguros, estamos salvos. Podemos entrar sem medo e sair sem perigo.
Nesse belíssimo discurso de Jesus, se fala também do guardião, que tem a
tarefa de abrir ao Bom Pastor (cfr Jo 10,2). Se o guardião ouve a voz
do Pastor, então abre e faz entrar todas as ovelhas que o Pastor traz,
todas, incluindo aquelas perdidas nos bosques, que o bom Pastor foi
resgatar. As ovelhas não são escolhidas pelo guardião, pelo secretário
paroquial ou pela secretaria da paróquia; as ovelhas são todas enviadas,
são escolhidas pelo bom Pastor. O guardião – também ele – obedece à voz
do Pastor. Bem, poderíamos bem dizer que nós devemos ser como aquele
guardião. A Igreja é a porteira da casa do Senhor, não é a patroa da
casa do Senhor.
A Sagrada Família de Nazaré sabe bem o que significa uma porta aberta
ou fechada, para quem espera um filho, para quem não tem morada, para
quem deve escapar do perigo. As famílias cristãs façam de sua porta de
casa um pequeno grande sinal da Porta da misericórdia e do acolhimento
de Deus. É justamente assim que a Igreja deverá ser reconhecida, em todo
canto da terra: como a guardiã de um Deus que bate, como o acolhimento
de um Deus que não te fecha a porta na cara, com a desculpa de que você
não é de casa. Com este espírito nos aproximamos do Jubileu: haverá para
nós a Porta Santa, mas há a porta da grande misericórdia de Deus! Haja
também para nós a porta do nosso coração para receber todos o perdão de
Deus e dar, por nossa vez, o nosso perdão, acolhendo todos aqueles que
batem à nossa porta.
Fonte: w2.vatican.va
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
EDUCADORES REALIZAM ORAÇÃO DE ABERTURA NO ENCONTRO COM OS PAIS COM TÉMATICA DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA/2016
Os educadores do Ensino Religioso do Colégio Antônio Araripe, realizam abertura do encontro com os pais do turno manhã, com oração e temática voltada para a Campanha da Fraternidade Ecumênica/2016. O momento foi motivado inicialmente pela calorosa acolhida da diretora Ir. Olindina e uma coreografia pelas alunas da academia de dança, coordenada pela professora Tamires. Além da contextualização sobre o tema e lema da CFE, foi apresentado um vídeo sobre a temática apresentada e uma mensagem com a canção, Enquanto houver sol-titãs. A primeira parte foi finalizada com a oração da campanha valorizando através de uma leitura coletiva com os pais e educadores presentes. A segunda parte foi apresentado projetos interdisciplinares com relação a temática e repasses gerais sobre a disciplina da escola através de uma cartilha preparada pela direção, educadores e coordenadores pedagógicos.
domingo, 14 de fevereiro de 2016
CAA REALIZA ABERTURA OFICIAL DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2016
O Colégio Antônio Araripe, realizou na última sexta-feira, 12.02, abertura oficial da Campanha da Fraternidade Ecumênica-2016 com participação de educadores e alguns educandos no pavilhão central da escola nos turnos manhã e tarde, com transmissão pelo som da escola. A CFE/2016 traz o TEMA:“Casa Comum, nossa responsabilidade”. e o LEMA: “Quero ver o
direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”.
(Am 5.24) e tem como objetivo geral, assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenhar-nos, a luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantem a integridade e o futuro de nossa casa comum. As reflexões foram motivadas a partir da realidade quando não cuidamos do meio em que vivemos. Além do saneamento básico, nos preocupa e muito o lixo, o desperdício de água e a falta de consciência das pessoas. Essa luta é nossa! O ensino religioso e as demais áreas de ensino já se preparam e organizam projetos interdisciplinar para serem trabalhados com os educandos de acordo com a temática desta campanha.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
FILHAS DE SANTA TERESA DE JESUS RENOVAM VOTOS RELIGIOSOS NO CRATO
As irmãs Filhas de Santa Teresa de Jesus, do Colégio Antônio Araripe, participaram na última terça-feira, 02.02, no Crato de um momento celebrativo e festivo de renovação de votos religiosos de algumas irmãs. Para alegria do Colégio Antônio Araripe, o momento foi marcado pelas comemorações festivas de Bodas de Prata de vida religiosa da Ir. Argentina Silva e da Ir. Lúcia Rodrigues comemorando com gratidão a Deus pelo zelo e devoção com os trabalhos religiosos e educacional. Ir. Olindina e Ir. Eugênia também participaram da celebração e do momento festivo onde foram agraciadas pela renovação junto ao conselho geral através da Madre Superiora Ir. Vera Lúcia.
Fotos: Ir. Lúcia
Assinar:
Postagens (Atom)








































